As revoluções do sistema financeiro criaram muitas oportunidades de negócio, mas as instituições precisam se adaptar para aproveitá-las

Adaptação é a palavra de ordem do início da segunda década do século XXI. Em poucos meses, uma pandemia se alastrou pelo planeta obrigando pessoas a repensarem atitudes básicas de convivência e empresas a promoverem mudanças significativas em processos essenciais. Do trabalho remoto ao atendimento ao cliente, instituições de todos os setores e tamanhos precisaram se adaptar. Neste ambiente de mudanças, a transformação digital se tornou ainda mais necessária. 

Não é de hoje que grandes empresas designam equipes e estruturam processos voltados para a inovação. As startups, por exemplo, já vinham numa trajetória consolidada de crescimento. No entanto, é notório o impacto do período de isolamento social na aceleração deste fenômeno. Um exemplo são as fintechs brasileiras, que viram os investimentos saltarem de US$ 1,1 bilhão, em 2019, para US$ 2,4 bilhões até julho deste ano – passando por US $1,9 bilhão em 2020, auge do temor provocado pelo coronavírus. 

O diagnóstico é incontestável: a tecnologia deixou de ser um diferencial relevante para se tornar essencial dentro das organizações e para a população em geral. E em poucas áreas as consequências deste movimento são tão emblemáticas quanto no setor financeiro. A expansão das fintechs, o fortalecimento do Pix e a revolução nos meios de pagamento são sintomas evidentes da transformação.

Para se ter ideia, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou que 40 milhões de pessoas realizaram a primeira transação bancária de suas vidas utilizando o Pix. No meio deste turbilhão de novidades, uma das mais impactantes para as empresas ainda está por vir. O Open Finance nasce com o propósito de expandir as vantagens e obrigações asseguradas pelo Open Banking para todo o sistema financeiro. 

Na prática, isso significa que entidades que atuam no setor, como corretoras de seguros, cotações de câmbio, plataforma de investimentos e fundos de pensão, também poderão ter acesso aos dados financeiros dos clientes. Além disso, nota-se a aceleração da financeirização, isto é, de empresas e varejistas que atuam direta e indiretamente como instituições financeiras e que eventualmente poderiam aderir ao sistema aberto. 

Portanto, as empresas precisam, mais do que nunca, promover sua transformação digital para se estruturar ao novo cenário. Confira quatro dicas para realizar este movimento na sua empresa de forma ágil e eficiente: 

  • Automatize o que puder ser automatizado

Processos repetitivos e manuais ainda estão presentes na rotina de uma parcela considerável das empresas. São profissionais que gastam horas do seu dia e do seu conhecimento para preencher planilhas de Excel, enquanto poderiam se ocupar de tarefas mais estratégicas para a companhia. Isso sem considerar a maior possibilidade de cometerem erros ou de atrasarem entregas. 

Seja para criar um sistema de cobranças periódicas, elaborar relatórios e contratos complexos ou mapear o perfil dos clientes, a automatização de atividades financeiras consiste em construir uma estrutura de processos mais ágil, potencializando a produtividade da equipe e melhorando os resultados. Na prática, isso evita a lentidão e o retrabalho, melhora as condições de atuação dos profissionais que atuam nesta área e aprimora o relacionamento das empresas com os clientes. 

  • Adote novas formas de pagamento

A implementação da terceira etapa do Open Banking, realizada no dia 29 de outubro, passou a permitir que pessoas realizem transferências utilizando o PIX sem precisar acessar aplicativos bancários. O método animou lojistas e motivou clientes, mas esta é apenas uma das inovações referentes a meios de pagamento criadas nos últimos anos.

Do pagamento por aproximação, passando pelo débito automático, QR Code e até boleto bancário, existem diversas possibilidades para realizar transações financeiras. E este número tende a aumentar nos próximos anos com as alternativas criadas pelo Open Banking e outras novidades do setor. As instituições precisam ficar atentas às novidades e, se possível, até participarem da criação delas.

  • Invista em pessoas e parcerias qualificadas

Navegar em maremotos é uma tarefa complicada, mas bons marinheiros são capazes de manter o barco na direção correta e pescar muitos peixes pelo caminho. O setor de tecnologia é um mar aberto de oportunidades e, mesmo nesta época de automação, é essencial ter profissionais capacitados que podem se focar no planejamento e no desenvolvimento de estratégias ou na criação de novas soluções. 

Porém, existe muita demanda no mercado e poucas pessoas realmente habilitadas. A procura por profissionais de tecnologia chegou a crescer 671% durante a pandemia. As empresas devem, então, começar a investir na formação e no treinamento da própria equipe ou em parcerias com companhias que desenvolvem as soluções que elas precisam. O que não dá é esperar que essas inovações “caiam do céu”. 

  • Contrate o Módulo Conciliador Sinqia

De todas as novidades do sistema financeiro implementadas nos últimos anos, a mais valiosa é o acesso pleno a dados. Ao permitir que as instituições coletem informações de outras entidades para criar serviços adaptados aos clientes, o Open Banking criou um ambiente de competitividade e inovação constante. No entanto, tão importante quanto ter os dados em mãos é se assegurar que eles estão corretos. 

Por isso é fundamental contar com um sistema eficiente de conciliação. Este software é responsável por comparar as informações de duas fontes de dados para indicar se há divergências entre elas, além de corrigir erros de sincronia, validar movimentações de entradas e saídas bancárias, entre outras funções de integração de dados. O Módulo Conciliador da Sinqia é pioneiro no desenvolvimento dessas atividades

Além de realizar todo este processo de forma automatizada e criptografada, a plataforma conta com uma interface acessível e customizável que atende os principais formatos existentes de base de dados. A solução também possibilita a criação de fontes de dados agrupadas e permite que processos de conciliação e justificativas sejam realizados a partir de grupos personalizados. 

À luz de tantas transformações, é inegável que o setor financeiro vive um momento histórico de inovação que ainda deve se estender por muito tempo. A transformação digital, neste cenário, torna-se questão de sobrevivência para as empresas, pois os consumidores não vão abrir mão das melhorias que estão sendo implementadas. Fato é que quem conseguir se adaptar e inovar terá as melhores cartas da mesa e caminhará na dianteira desta revolução.

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