07/04/2021

Conheça cinco mitos sobre o método de pagamento Pix

O novo sistema de pagamentos instantâneos já está há mais de quatro meses em operação, mas ainda há diversos mitos que persistem entre os usuários, conheça alguns.

Em novembro de 2020, o Banco Central anunciou a estreia oficial do Pix, o novo sistema de pagamentos fácil e instantâneo no Brasil. O novo método de pagamento do BC foi lançado com o objetivo de agilizar e simplificar esse tipo de transação financeira no país. Enquanto outras formas de pagamento têm suas limitações, como custos e demora e até horário de pagamentos, o Pix pode ser feito a qualquer hora do dia, qualquer dia da semana e é quase sempre sem custos.

Além de movimentar o mercado financeiro, a novidade teve boa adesão do público – além de ter aquecido a agenda de inovações do Banco Central, que tem atuado fortemente para transformar o setor em um mercado mais aberto e democrático. 

Em fevereiro de 2021, por exemplo, mais de 275 milhões de transações foram feitas por meio do Pix. A tendência é esse número aumentar a cada mês

Se por um lado a ampla adesão popular ajudou a avançar o novo método de pagamento no país, por outro, deixou muitos mitos que persistem entre os usuários.

Para desmistificar algumas informações sobre o Pix, a Sinqia separou cinco mitos sobre o método e quais são os fatos verdadeiros. Confira, a seguir: 

 

O Pix é gratuito.

Sim, e não. Na maior parte das movimentações ele será gratuito. Por exemplo, todas as transações entre pessoas físicas são necessariamente isentas de cobrança por uma determinação do Banco Central. Entretanto, transferências entre pessoas jurídicas ou de pessoa jurídica para pessoa física podem ser cobradas. 

Além disso, também pode haver cobranças para Pix feito em uma agência bancária, por exemplo. Fica a critério de cada instituição financeira. Mesmo as que cobrarem, o valor ainda será menor do que o de um TED ou DOC. Um número expressivo de instituições financeiras já disseram que não pretendem cobrar por nenhum tipo de transação Pix.

 

Somente bancos podem oferecer Pix.

Mito. Todas as instituições financeiras com mais de 500.000 contas são obrigadas a oferecer Pix. Entretanto, não são apenas bancos que podem ou que precisam se cadastrar. O Banco Central habilitou centenas de instituições entre bancos, fintechs e cooperativas.

 

E-commerce ainda não pode oferecer pagamentos via Pix.

Não é verdade. O Pix oferece vantagens tanto para quem está fazendo compras quanto para quem está vendendo e acelera o processo de pagamentos em e-commerce. A única diferença é que o Pix é obrigatoriamente gratuito para pessoas físicas, mas pode ser cobrado de pessoas jurídicas. Fica a cargo de cada banco ou fintech, mas as taxas devem necessariamente ser menores do que de outros meios. 

Para disponibilizar Pix em um e-commerce, basta que o empreendedor vincule uma chave Pix à sua conta PJ. Assim, o consumidor poderá usar essa chave ou fazer o pagamento por QR code.

 

Ao usar chaves, não há como conferir se os dados do recebedor estão corretos.

Mito. O uso de chaves (como CPF, número de celular, email entre outros) veio para facilitar o processo, não para causar problemas. Depois que o pagador incluir a chave, o aplicativo da instituição bancária vai indicar na tela de confirmação todas as informações do recebedor (nome da instituição, nome do recebedor e parte do CPF ou CNPJ). 

Nesse momento, é essencial fazer a conferência dos dados com os do seu destinatário pretendido.

 

Se o meu celular for roubado ou clonado, outra pessoa poderá receber as minhas transferências Pix, roubar minhas chaves e fazer pagamentos pelo meu Pix.

Não, isso não é verdade. Todas as transações Pix (de entrada e de saída) assim como o acesso às chaves do usuário são feitas no smartphone pelo aplicativo da instituição bancária. Esses aplicativos são protegidos por autenticação como senha, token, reconhecimento biométrico ou facial. Ou seja, mesmo que alguém roube seu smartphone ou clone seu chip de celular, a pessoa ainda não terá acesso ao aplicativo do seu banco ou fintech.

O Pix chegou para ficar e para revolucionar as soluções de pagamento no Brasil. Um método instantâneo, simples e na maior parte dos casos, gratuito. Tanto o usuário final como as instituições financeiras precisam estar prontas para oferecer e adotar todos os recursos que vão vir com o Pix, inclusive as diversas funcionalidades planejadas ainda para esse ano

Se a sua instituição não quer ficar para trás, a Sinqia pode ajudar nesse momento, com uma solução integral Pix nas modalidades PSTI ou On Premise. Entre em contato!

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