18/02/2021

Open Finance e o futuro do setor financeiro

O Open Banking chegou ao Brasil, trazendo possibilidades antes quase inimagináveis no mercado financeiro. E a sua empresa, está preparada para esse novo momento?

 

O ano de 2021 será marcado para sempre no mercado financeiro como o ano do Open Banking e Open Finance no Brasil. O processo, que teve a primeira fase implementada no início deste mês, coloca o sistema financeiro do país no caminho de uma digitalização e transparência sem iguais. Afinal,  o tal “serviço aberto” surge com o propósito de  compartilhamento de dados de um cliente entre diferentes instituições financeiras de maneira segura e rápida, além de trazer mais competitividade no setor e praticidade ao consumidor.

Um exemplo prático é que, ao longo das implementações do Open Banking, o titular de uma conta poderá adquirir produtos financeiros de outros bancos e fintechs, com uma transparência e diversidade que não tínhamos antes no Brasil. E tudo isso será possível por meio do aplicativo de um único banco/instituição financeira, ou do internet banking. 

Como uma evolução natural do Open Banking, o Open Finance (sistema financeiro aberto, em tradução livre), promoverá ainda mais diversidade no setor do país, tornando o caminho livre para que entidades como corretoras de seguros, plataformas de investimentos e fundos de pensão participem desse sistema regulado pelo Banco Central.

Além disso, o Open Finance também quer trazer novos modelos de serviços para instituições do mercado. Bancos médios já enxergam possibilidades, já que possuem um custo operacional menor. Mas, o cenário também será propício para novatas, como as fintechs. 

 

Inovação e transparência exigem preparo 

Não há dúvidas de que o Open Finance como um todo proporcionará mais dinamismo, inovação e transparência ao futuro do setor financeiro. Mas, para que todo o sistema aberto seja implementado da melhor maneira possível, é preciso preparo – e investimento. 

Para se ter noção do tamanho do movimento, um estudo recente da consultoria alemã Roland Berger estima que é prevista uma perda de aproximadamente R$ 110 bilhões com a implementação do novo sistema. Ou seja: para surfar na onda de possibilidades que o Open Finance traz, é preciso entender o que há por vir, estar engajado e promover investimentos para que a mudança da companhia acompanhe toda a transformação proposta pelo Bacen.

Comprometida com o novo desafio do segmento financeiro, a Sinqia elaborou um serviço especializado para apoiar entidades financeiras a se adequarem ao Open Finance. E tal apoio não será apenas na fase regulatória: iremos atuar, lado a lado, desde a elaboração de estratégias, até o planejamento da inovação. O foco é entregar valor de ponta a ponta e ajudar as instituições e entidades financeiras a adquirirem mais clientes, além de promover vendas mais assertivas e, claro, conectar as entidades a outros organismos. 

 

Consultoria para o futuro

São diversas as oportunidades que a transparência e a agilidade do Open Finance trazem para as empresas, sejam elas grandes, médias ou pequenas. Por isso, a recomendação aos que quiserem ter um desempenho maior que a média do mercado, é a de contar com um olhar especializado. Dessa forma, todas as possibilidades para promover uma transformação acima do esperado, precisam ser analisadas. 

Para quem quer sair na frente nesse novo ambiente, mais que preparar suas próprias estruturas, precisam entender como inovar e melhorar a experiência do usuário. E a Sinqia pode ajudar sua empresa a trabalhar nesse novo contexto. Por meio de parcerias em vários formatos com startups, as soluções propostas pela gigante de tecnologia trazem integração por meio de APIs, sistemas avançados de cadastro, crédito consignado, antecipação de recebíveis, cobrança, reconhecimento facial, RPA e outras opções. 

Para isso, a Sinqia montou uma estratégia forte, estruturada em três pilares. O primeiro, é voltado para a área de serviços, com foco em estratégia e apoio ao mercado financeiro.

Já o segundo, tem como foco os produtos (software), para poder oferecer todo o suporte necessário à fase regulatória do Open Finance, por meio de uma ampliação no investimento em P&D. Isso porque, a empresa está focada em analisar e implementar novas tecnologias, segurança e performance nos produtos de todas as verticais, sendo elas Bancos, Previdências, Consórcios e Fundos.

Por fim, o terceiro pilar é o de inovação, que será feito por meio do programa da Sinqia de Open Innovation, em parceria com startups e investimento em corporate venture capital. 

O futuro já está aqui!

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