16/11/2020

Reconhecimento facial avança da prova de vida na previdência à segurança nas eleições

Apesar de extremamente importante para evitar fraudes, o processo de prova de vida no segmento de previdência tradicionalmente tem sido um manancial de constrangimento. Não são raras as reportagens na televisão com imagens de pessoas idosas e com dificuldades de locomoção sendo obrigadas a passar por momentos difíceis por terem que se apresentar fisicamente com o objetivo de provar uma coisa que parece óbvia.

Felizmente, como sempre costuma acontecer, mais uma vez a tecnologia começa a dar uma solução definitiva para o assunto e ela atende pelo nome de reconhecimento facial.

No mês de agosto, por exemplo, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) iniciou um projeto-piloto da prova de vida por biometria facial em parceria com a Secretaria de Governo Digital (SGD) e a Dataprev.  Nesta primeira etapa, a ideia é contar com a participação de 500 mil beneficiários de todo o País por meio de mensagens enviadas pelo Meu INSS, Central 135 e e-mail.

Por se tratar de projeto-piloto, nesta etapa serão feitos os ajustes necessários para que o procedimento digital possa ser implementado com segurança, posteriormente, para todos os beneficiários.

Também na iniciativa privada já existem projetos em operação sendo aplicados neste sentido, principalmente relacionados ao processo de recadastramento.  A Sinqia Previdência oferece este serviço aos seus clientes por meio de seus aplicativos, evitando deslocamentos desnecessários e, portanto, levando comodidade aos segurados, além de economia em diversos processos para as empresas fornecedoras de produtos para o setor.

O reconhecimento facial é uma das tecnologias que sinalizam com um dos maiores potenciais de crescimento para os próximos anos.   De acordo com uma estimativa da MarketsandMarkets o setor, que movimentou US$ 3,2 bilhões em 2019 e deve alcançar US$ 7 bilhões em 2024.

Além disso, um mapeamento da Surfshark revela que 98 países já usam o reconhecimento facial em algum tipo de vigilância pública. A tecnologia também passou a ser utilizada em escolas, espaços comerciais, condomínios, instituições financeiras, hospitais, planos de saúde e até no poder judiciário.

A última novidade em está relacionada à evolução do processo eleitoral brasileiro. No último domingo (15) milhões eleitores tiveram que se deslocar até a cidade onde têm seu domicílio eleitoral e outros não puderam aproveitar o domingo de sol na praia, por exemplo, porque precisavam comparecer pessoalmente a uma urna para validar o seu voto.

Esta necessidade pode ser eliminada nos futuros pleitos justamente com a utilização do reconhecimento eleitoral. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, conheceu no domingo (15) algumas das tecnologias que poderão ser aplicadas já na próxima disputa. Entre elas se destacaram aplicativos com reconhecimento facial e criptografia de ponta a ponta que sinalizam com a possibilidade de votações ocorrerem diretamente por meio de smartphones ou computadores.

A Sinqia e seu hub de inovação Torq permanecem com atenção máxima a estas aplicações de reconhecimento facial com o objetivo de oferecer soluções que sejam ao mesmo tempo disruptivas e seguras aos seus clientes. Entre em contato e vamos desenvolver juntos.

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