01/12/2020

Segunda onda de homologações pode mais que dobrar número de instituições que oferecerão o PIX

Enquanto as primeiras instituições homologadas pelo Banco Central para atuar com o Pix aguardavam ansiosamente o início da segunda quinzena de novembro para começar oficialmente a operar com o novo instrumento, uma quantidade igual ou até superior de empresas aguardaram mesmo é a chegada de dezembro para iniciar seus processos de inscrição e receber a aprovação do órgão para fazer o mesmo a partir de janeiro de 2021.

Um primeiro indício sobre o tamanho do contingente de instituições que podem pegar esta segunda onda é o grande número de inscritos na primeira leva que não conseguiram colocar em prática suas estratégias já neste primeiro momento.

A lista inicial de adesões era composta no meio do ano por 914 instituições interessadas, mas o Banco Central aprovou apenas 762 delas, incluindo bancos, financeiras, fintechs, instituições de pagamentos e outras.  Desta forma, já se pode contar com o interesse dessas 152 empresas que não entraram na lista final por algum motivo técnico ou, até mesmo, pediram para serem retiradas naquele momento por ainda não estarem completamente prontas para atender aos requisitos do sistema.

Especialistas afirmam que existem mais, pelo menos, outras 750 empresas da indústria financeira e de outros segmentos que já demonstraram interesse em trabalhar com o Pix, mas não conseguiram se inscrever no período estipulado para a primeira turma. Boa parte estava aguardando para sentir a receptividade do consumidor e do mercado à novidade ou buscava ainda adequações tecnológicas em suas estruturas para embarcar nesta jornada.

Seja como for, a partir de 1 de dezembro, quando o BC programou para começar a receber novas inscrições, demonstrará a intensidade desta segunda onda de empresas que promete fazer o Pix inundar as transações financeiras do país.

Como forma de apoio a esta segunda onda de ofertantes do Pix, a Sinqia oferece soluções de rápida adaptação às exigências do BC tanto para participantes diretos como indiretos.

Apoiada num modelo de PSTI baseado na nuvem Microsoft Azure, a empresa viabiliza a superação ágil de uma série de etapas, principalmente para instituições que adotaram como estratégia se estruturar a partir do zero para começar a trabalhar com o Pix.

Para estes casos, a Sinqia oferece a possibilidade de contar com toda a solução de core banking e conta digital sem a necessidade do desenvolvimento de grande infraestrutura.

Isto tudo com a vantagem de contar com a confiabilidade já conhecida de uma marca que está por trás dos softwares dos principais bancos tradicionais, digitais e fintechs, além de fundos de investimento, entidades previdenciárias e de consórcio do país.

Segundo o chefe adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Carlos Eduardo Brandt, mais de 60 milhões de chaves (código de utilização) para operar o Pix foram cadastradas somente até o dia 3 de novembro, quando foi iniciada a fase de testes operacionais, sendo que cada pessoa física pode inscrever até cinco chaves por conta bancária. Para pessoas jurídicas, o número sobe para 20.

Com este volume de consumidores ávidos por consumir o produto, perder a segunda onda de homologações certamente será um grande erro. Entre em contato com a Sinqia e vamos surfar juntos a onda do Pix.

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